Reforma da Praça Cívica
É necessário atenção e cuidado para não mudar a praça, pois todos sabem que diversos erros do governo já desfiguraram algumas edificações de Goiânia, tipo Mercado Central, Santa Casa e outras. Os erros acarretam prejuízos enormes e torna impossível de ser recuperado o que foi destruído.
A Praça Cívica está sendo reorganizada, não digo restaurada ou revitalizada porque entendo que isso acontece somente quando um bem tombado é PRESERVADO. As mudanças transformaram o seu traçado inicial e, agora, parece que algumas outras interferências tomarão lugar definitivo na Praça. Aonde estão a consciência e responsabilidade perante a história da cidade desses que autorizam coisas tipo o Siron Franco colocar escultura no espaço de onde foi retirada a prefeitura? Adoro o Siron, acho que tem um trabalho de valor, mas não para ser colocado na Praça Cívica, é errado permitir isso. Deixem o espaço sem nada é melhor do que interferir no traçado mais uma vez. Nos países onde a cultura é respeitada não se vê interferências desse tipo, preservam a história. Outra coisa que permanecerá na Praça, fruto de um enorme equívoco e depois, erquivocadamente, tombado como um patrimônio da Praça é o monumento de Neusa Moraes. Tem que ser retirado dali e em seu lugar reconstruam o obelisco original. É, também, inaceitável deixar permanecer os postes de concreto que substituíram os antigos mastros de hastear as bandeiras que ficavam na sacada do Palácio, aqueles postes de concreto são monstruosos e grosseiros sem nenhuma identificação com a singeleza da praça. Não sei a posição do IPHAN, Salma Saddi, mas, por favor, não me diga que essas aberrações são tombadas em detrimento do obelisco e da manutenção da praça com seu traçado original, sem postes e sem monumento, isso não pertence à praça, se vão "revitalizar" a praça que seja feita a revitalização na íntegra do seu significado e não tapear os goianos com enfeites que não cabem ali. Não destruam a única referência que ainda temos do início de Goiânia, valorizem e preservem a história, façam como fazem os que são peritos em conservação de seu patrimônio e de sua história, o povo europeu.
lutar para colocar a estátua equestre de Pedro Ludovico Teixeira na Praça de Pedro Ludovico Teixeira.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Entre Siron e a estátua equestre de Pedro Ludovico é preciso saber o que tem mais valor histórico.
Respondendo ao arquiteto Pedro Ernesto Gualberto que argumentou: Quando o arquiteto I.M.Pei propôs a pirâmide de cristal em frente ao Louvre uma grande parte da comunidade foi contra . Hoje esta pirâmide é um dos cartões postais de Paris . Acredito no profissionalismo e sensibilidade do Siron e do Chibil e que a proposta deles para praça Cívica será benéfica. Assim eu torço e espero
Resposta: Temos plena confiança no compadre e amigo Xibiu, Luiz Fernando Cruvinel Teixeira, e, claro, acredito no que ele está fazendo, porém ele não é o executor e tem encontrado resistências tipo a retirada de postes, do monumento da Neusa e outras coisas que interferem na manutenção do traçado da Praça. Quanto ao Siron, até acredito que poderia ser uma bela obra, senão existisse outra obra importante para ficar ali, a estátua equestre de Pedro Ludovico. Na proposta antiga do Xiba existia outra destinação para aquele espaço, um memorial dedicado aos pioneiros e à conservação da memória técnica de Goiânia, que hoje está espalhada em cada canto de um órgão do governo, para então concentrar os documentos e arquivos relativos a memória de Goiânia e cuidar deles com zelo e não como está. Doamos várias fotos e arquivos da família ao Estado, recentemente me ligaram pedindo algumas fotos do meu sogro dizendo que não tinham mais, como?
O governador Marconi Perillo é e foi o maior incentivador e o que mais lutou pela restauração da praça Cívica, ele mesmo queria fazer a revitalização e colocar ali a estátua equestre de Pedro Ludovico, mas o poder é da prefeitura. Fiquei sabendo que o prefeito Paulo Garcia tem lutado para fazer um bom trabalho, mas as interferências são desastrosas, para mim é pouca cultura histórica. A praça não precisa de mais monumentos, já tem o equivocado monumento da Neusa Moraes, e se perguntam como chamam a praça, que é Pedro Ludovico, as crianças respondem que é a praça dos três... ridículo. Por que não podem colocar a estátua equestre de Pedro ali naquele espaço? Argumentaram que interfere no tombamento, mas então como permitem outro monumento diferente? O que é isso? Se não pode Pedro não coloquem nada, é um erro colocar mais um monumento. A luta do Marconi Perillo foi para mudar a estátua equestre para o centro da Praça, o que o Xiba e nos da família não concordamos, sugerimos outro lugar na Praça para não interferir, gostaríamos que voltassem o obelisco pequeno e original para o seu lugar no centro. Mas entre Siron e a estátua equestre de Pedro Ludovico, é preciso saber o que tem mais valor histórico, concorda?
Respondendo ao arquiteto Pedro Ernesto Gualberto que argumentou: Quando o arquiteto I.M.Pei propôs a pirâmide de cristal em frente ao Louvre uma grande parte da comunidade foi contra . Hoje esta pirâmide é um dos cartões postais de Paris . Acredito no profissionalismo e sensibilidade do Siron e do Chibil e que a proposta deles para praça Cívica será benéfica. Assim eu torço e espero
Resposta: Temos plena confiança no compadre e amigo Xibiu, Luiz Fernando Cruvinel Teixeira, e, claro, acredito no que ele está fazendo, porém ele não é o executor e tem encontrado resistências tipo a retirada de postes, do monumento da Neusa e outras coisas que interferem na manutenção do traçado da Praça. Quanto ao Siron, até acredito que poderia ser uma bela obra, senão existisse outra obra importante para ficar ali, a estátua equestre de Pedro Ludovico. Na proposta antiga do Xiba existia outra destinação para aquele espaço, um memorial dedicado aos pioneiros e à conservação da memória técnica de Goiânia, que hoje está espalhada em cada canto de um órgão do governo, para então concentrar os documentos e arquivos relativos a memória de Goiânia e cuidar deles com zelo e não como está. Doamos várias fotos e arquivos da família ao Estado, recentemente me ligaram pedindo algumas fotos do meu sogro dizendo que não tinham mais, como?
O governador Marconi Perillo é e foi o maior incentivador e o que mais lutou pela restauração da praça Cívica, ele mesmo queria fazer a revitalização e colocar ali a estátua equestre de Pedro Ludovico, mas o poder é da prefeitura. Fiquei sabendo que o prefeito Paulo Garcia tem lutado para fazer um bom trabalho, mas as interferências são desastrosas, para mim é pouca cultura histórica. A praça não precisa de mais monumentos, já tem o equivocado monumento da Neusa Moraes, e se perguntam como chamam a praça, que é Pedro Ludovico, as crianças respondem que é a praça dos três... ridículo. Por que não podem colocar a estátua equestre de Pedro ali naquele espaço? Argumentaram que interfere no tombamento, mas então como permitem outro monumento diferente? O que é isso? Se não pode Pedro não coloquem nada, é um erro colocar mais um monumento. A luta do Marconi Perillo foi para mudar a estátua equestre para o centro da Praça, o que o Xiba e nos da família não concordamos, sugerimos outro lugar na Praça para não interferir, gostaríamos que voltassem o obelisco pequeno e original para o seu lugar no centro. Mas entre Siron e a estátua equestre de Pedro Ludovico, é preciso saber o que tem mais valor histórico, concorda?
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
A CASA DE PEDRO E GERCINA PEDE SOCORRO AO GOVERNADOR
Por conhecer a sua preocupação com tudo o que está ligado ao
seu Governo achamos por bem levar ao conhecimento do Governador Marconi Perillo, acreditando
que ele desconheça o assunto, o estado de abandono que se encontra o Museu
Pedro Ludovico, constatado após uma visita ao Museu, no último sábado, dia 15 de
dezembro passado, depois da cerimônia de lançamento do selo comemorativo dos
120 anos de Pedro Ludovico.
Toda a casa precisa de manutenção, vários cômodos estão com
os tetos danificados por infiltrações, o telhado está vazando água da chuva e
quando chove em alguns cômodos a água cai como bica, deixando o Museu sem a mínima
condição de receber os visitantes.
Pouco se vê da antiga casa de Pedro e Gercina. Os cômodos/salas estão sem os móveis e os
arquivos pertencentes ao Museu estão dentro de algumas pastas colocados no chão.
Vendo tudo isso, é preciso perguntar: até que ponto o desinteresse pelo patrimônio
histórico chega?
A resposta está no que se vê por toda a casa. Toda casa precisa
de cuidados. Os móveis (acervo) estão danificados e amontoados em um depósito
nos fundos da casa. O jardim e o quintal não tem nenhum tipo de manutenção,
estão abandonados. Pelo que se pode notar o que tem mantido a salvo os
pertences e o Museu é a dedicação dos pouquíssimos funcionários que lá estão,
porém, isso não é o suficiente para evitar que a degradação aconteça. A “razão”,
explicam, é porque não existem verbas para atender às necessidades do Museu.
Ora, como pode não existir verbas para atender às mínimas necessidades dessa
casa que foi o embrião da Agência Pedro Ludovico?
Pedro Ludovico Teixeira deixou para seus filhos uma fazenda,
que foi herdada por sua esposa, Gercina, de seu pai que era fazendeiro em Rio
Verde e a casa, onde hoje está o Museu. Esse foi o patrimônio deixado por Pedro
e Gercina. Essa era a casa simples do fundador de Goiânia, simples, porém digna
e valorosa pelo que se viveu ali, ela foi repassada para o Estado para que
zelassem por seus bens e para que preservassem a sua história.
Uma Casa/Museu deve permanecer com o seu mobiliário em seus
respectivos lugares, retratando ao máximo a vida de quem ali viveu. A casa de
Pedro e Gercina possuía poucos móveis, móveis simples e exatamente o suficiente
par mobiliar a casa que viviam. Não se sabe por que, hoje, parte desses móveis
estão estragados e amontoados em um depósito, inadequadamente criado, na gestão
anterior, demolindo a parede que separava o quarto do motorista do quarto da
empregada, sem que ninguém se importasse com essa intervenção. Deixando como
está, fica faltando móveis dentro da casa, a casa está vazia e descaracterizada,
falta identificação com o que ali existia. Um Museu de um personagem tem por característica
mostrar ao público como ele vivia, exatamente, retratando a sua vida, essa é a
função dessa Casa/Museu Pedro Ludovico Teixeira. A casa pede socorro e a
história também.
PEDRO E A PRAÇA CÍVICA
Minha mãe morou em Goiás até 1949, quando se casou
com meu pai e, assim, passaram a morar em Goiânia, uma cidade pequena, com
menos de cinquenta mil habitantes, por isso, aos 82 anos, ela vê Goiânia com
outros olhos, como quem participou desse crescimento e com entusiasmo ela
repete sempre: “Dr. Pedro foi mesmo um homem corajoso e sábio, como ele se
sentiria orgulhoso em ver Goiânia assim.”
Embora, seja recente a história de Goiânia e o seu
fundador Pedro Ludovico tenha falecido há apenas 33 anos não é justo afastá-lo
de sua grande obra, nem deixar que façam pouco caso do que resta de autêntico
da construção de Goiânia descuidando da sua história. Não se sabe por que a
resistência de alguns em reconhecer seu mérito, não só seu, mas, também,
daqueles corajosos companheiros que o apoiaram desde os primeiros momentos,
quando ele decidiu pela mudança da Capital. Inacreditável é constatar que
algumas pessoas que eram contra a mudança tiveram homenagens muito mais significativas
do que as pessoas que realmente lutaram para edificar essa cidade. Hoje,
Goiânia contradiz a todas as previsões negativas lançadas sobre ela. Muitos não
enxergaram no destemor de Pedro Ludovico o seu desejo de romper as correntes
que atavam Goiás ao atraso e lançar o Estado em uma fase progressista, dando um
salto no ranque de desenvolvimento nacional. Goiânia é hoje uma das mais belas
e boas cidades para se viver e investir do Brasil.
Dr. Pedro desde menino se preocupava com os problemas
de sua terra natal, por isso, quando foi estudar Medicina no Rio de Janeiro, ele
procurou conhecer e se informar do que havia de novo e assim enriquecer a sua
formação. Além de ser uma pessoa muito
bem informada era um homem destemido, quando decidia por algo, dificilmente
voltava atrás, porém, não era truculento nem se prevalecia de sua condição, era
simples, educado, não se vangloriava de seus feitos, mas, era com orgulho que
falava de “sua filha mais nova, Goiânia”. Ele cuidou de cada detalhe da sua construção
e, mais tarde, mostrava grande preocupação quanto à preservação dos documentos
referentes à transferência da Capital. Sabiamente ele colocou a Praça Cívica
sob os cuidados do Governo do Estado, para que o governador cuidasse dela,
parece que alguns descuidaram e a esqueceram, a Praça está destruída. Agora,
graças à iniciativa do Governador Marconi Perillo a revitalização da Praça
Pedro Ludovico Teixeira será realizada. O Governador Marconi tem procurado
fazer o que permitem os órgãos que regulamentam esses tombamentos, porém, não
se pode aceitar que uma ação equivocada prevaleça. Por que deve prevalecer o
tombamento de um monumento que se assentou inadequadamente em lugar de honra na
Praça. Afinal, onde está o bom senso? Esses tombamentos deveriam respeitar
os projetos originais de Goiânia, uma cidade que teve um traçado simples com a
mesma simplicidade do caráter do seu fundador que jamais revindicou qualquer
homenagem, contudo, seria uma justa e respeitosa homenagem se voltassem a Praça
Cívica ao seu traçado original colocando o obelisco central em seu lugar, revitalizando
as fontes luminosas e colocando de volta os pequenos postes de iluminação. A
permanência do monumento central, por causa de um tombamento equivocado, mácula
o traçado da Praça e mostra que falta bom senso. Claro, é uma obra importante
que merece destaque em outra praça, jamais deveriam ter permitido que ali se
instalasse, não faz parte do conjunto histórico da Praça, não é harmoniosa com
o restante das construções e se há algo a permanecer ali é o obelisco original,
que jamais deveriam ter permitido ser retirado.
Nem Pedro,
nem Três Raças no centro da Praça, mas sim o original obelisco.
E para não ficar destoando da revitalização que
está em andamento pelo Governo do Estado, com o projeto do arquiteto Luiz
Fernando Cruvinel Teixeira condecorado inúmeras vezes por seus trabalhos,
portanto uma excelente escolha, a Prefeitura deveria se unir ao a essa
realização e permitir a construção do Memorial dos Pioneiros, de forma
harmoniosa com o que já existe. Seria oportuno e mais condizente com a
personalidade de Pedro Ludovico se colocassem junto ao Memorial uma estátua
retratando o momento histórico da assinatura do decreto de transferência da
capital, como disseram, porém, está ponta a estátua equestre, foram mais de
vinte anos para que fosse concluída, não por falha de Neusa Morais, a sua
escultora, por falta de repeito à artista e negligência do órgão que a
encomendou, por isso, não dá para correr o risco e esperar mais vinte anos por
outra obra de arte para homenagear os pioneiros e o fundador de Goiânia.
domingo, 22 de julho de 2012
PRESERVAR, REVITALIZAR. ZELO PELO QUE É NOSSO
Copiar o que é bom
Uma das coisas que me encanta em São Paulo é a
preservação da sua história que é, por sua antiguidade, a história dos
brasileiros, também. Tem sido hábito em São Paulo revitalizar edifícios antigos,
adaptando-os para abrigar centros de cultura excelentes. Visitar o Mercado que
tem muito mais de 100 anos e foi preservado, a Estação Ferroviária, a
Pinacoteca e tantos outros lugares mais que centenários e muito bem preservados
faz com que se conclua que copiar quem faz certo é uma boa maneira de acertar,
também.
Goiânia, apesar de ser uma Capital aonde a riqueza
é visível pelo consumo de bens e serviços, lamentavelmente, os governantes não
conseguem sensibilizar aos que são geradores dessa imensa riqueza para que
invistam, como incentivo, na área cultural, na preservação de nossa história.
O que se vê é a seguida repetição de atos como foi a
destruição do Mercado Central para ali edificar uma garagem, de vários andares,
sem, que até hoje tenha alcançado algum objetivo, se é que tenha sido
planejado. A destruição da Santa Casa,
marco da caridade e do início de Goiânia, para edificar um Centro de Convenções
é uma das aberrações das administrações passadas, rapidamente se tornou um elefante
branco pelo fato de ter sido extremamente inadequado o local escolhido, todos
sabem que os centros de convenções são colocados estrategicamente em locais que
permitem o acesso de um enorme público, com estacionamento gigantesco para
receber um grande número de carros e ônibus, ali, na Rua 4, eles só podem parar
ocupando as laterais das ruas em volta do Centro de Convenções na Rua 4, alguns
têm placas de proibido parar, tudo isso causa transtorno para quem passa por
ali e para os próprios motoristas desses veículos, total falta de planejamento
ou fizeram assim para justificar a
injustificável destruição da Santa Casa?
A descaracterização da Praça Pedro Ludovico
Teixeira, abandonada há décadas, mostra o descaso com o bem público. Deixaram construir
ali um barracão para abrigar parte da Prefeitura e assim permanece até hoje,
mas, felizmente, já está aprovada pelo Governador Marconi Perillo parte da
restauração da praça. Essa praça era o encantamento dos goianienses antigos que
faziam dali seu local de passeio com a família no final da tarde e nos fins de
semana. Porém, hoje em dia, é usada para shows, exposições e celebrações requerendo
que ali se monte enormes estruturas que danificam tudo que há em volta (se é
que ainda tenha sobrado algo). Essa prática tem que ser eliminada. Nada existe
ali que lembre o jardim do Palácio das Esmeraldas de antes, com suas fontes
luminosas e seus arbustos podados e bem cuidados. Hoje é o jardim mais descuidado
e abandonado de Goiânia, não salva nem o que está no pátio da frente do
Palácio, parece até que não existem paisagistas em Goiânia capazes de fazer um
jardim adequado à casa do Governador.
Visitar um centro de cultura como São Paulo no faz
voltar para casa pensando quando será que deixarão de fazer obras faraônicas, deixando
o que temos acabar, sem valorizar o pouco que restou. Revitalizar e restaurar o
que já existe, preservando o que se dá o nome de patrimônio e a exemplo de São
Paulo não destruir, mas adaptar o local para ser um novo espaço cultural, usando
melhor os edifícios antigos como a Estação Ferroviária, o Grande Hotel e
outros. Assim como, o Teatro Goiânia que já foi palco de tantos excelentes espetáculos.
Porém, não se cuidou de seus bens, que fazem parte do patrimônio. Dizem que o
piano de caldas que era do Teatro Goiânia caiu do palco e quebrou de tal
maneira que não teve recuperação, depois desse "acidente" nunca mais se
teve um piano com a qualidade desse.
É preciso, não só vontade para realizar tudo isso,
mas é preciso entender que a nossa cultura, a preservação de nossos bens é mais
importante que valorizar a cultura de fora, essa já é valorizada em seus
Estados. Não tenho nada contra cinema, mas, não é o que Goiás produz, quantos
filmes de sucesso saíram de Goiás nos últimos anos? No entanto se gasta uma
fortuna para valorizar empreendimentos que não são nossos, no intuito de
alcançar projeção nacional repetindo, importando hábitos de outros lugares,
onde o evento é um grande sucesso devido ao tempo em que ali é realizado e se
tornou uma realização tradicional dali. Importar eventos, manias, tradições de
terceiros significa que não amamos o que temos.
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