Luiz de Aquino,
Membro da Academia Goiana de Letras.
Se o meu amigo Sinésio Dioliveira tivesse realmente lido o DM OnLine durante suas ferias em Boston todos os dias, como disse, não se referiria tão-somente ao excelente artigo do também amigo João Neder, também amigo. Evidentemente, ele não leu... Ou teria visto muitos outros artigos de igual peso e importância, entre eles os da minha lavra, solenemente ignorados pelo poeta e professor Sinésio. Refiro-me ao seu artigo de hoje, “Risos e rinchos (e coices)”, publicado no “Opinião Pública”.
É provável que ele tenha se cansado do meu estilo. Ou dos meus argumentos. Mas poderia ter se interessado pelas informações que passei, e uma deles diz respeito, claramente, à vontade expressada pela família Ludovico, que quer a estátua no seio da Praça Cívica Dr. Pedro Ludovico Teixeira, e não nos ombros, olhando para a casa do “presidente” da Comissão Viúva Porcina (lembra? “A que era sem nunca ter sido”).
A ideia da estátua na Serrinha partiu de José Mendonça Teles ao propor a escultura e a homenagem, em 1991; em 2000, em carta a Mauro Borges Teixeira (ex-deputado, ex-senador, ex-governador e filho de Pedro, Sinésio, caso você não saiba), concordava com a localização na Praça Cívica, sugerindo a instalação no antigo Palácio das Campinas o Memorial Pedro Ludovico.
Atribuir à família a escolha da Serrinha é confessar que não sabia de nada. Gostaria muito de recebê-lo de carona nessa campanha, da qual me sinto um dos pioneiros, com o incontestável testemunho das publicações nestas páginas e no DMRevista. Mas, por favor, informe-se melhor. Ou corre o risco de nivelar-se com o vereador que, sem sequer saber o nome todo do homenageado (eu sei), posa de autor de providências já existentes.
De resto, é aguardar que o Governo de Goiás seja reativado e a Agência de Cultura Pedro Ludovico recupere-se dos estragos cometidos nos últimos anos, voltando a respeitar o povo de Goiás e a personalidade que lhe empresta o nome.
Se tudo o que escrevi não lhe serve de base de informação, aqui vai trecho de carta que recebi de pessoa da família de Pedro:
“… disseram que a família não se manifestou, mas o DM mesmo publicou a carta da família e citou o abaixo-assinado (promovido pela nora de Mauro Borges, Maria Dulce, exigindo a estátua no coração da Praça Cívica). Como dizer que a família não lutou? Lutou sozinha para tirar da Serrinha a estátua. Depois, sozinha, contestou o local definido pela “comissão”, a Rua 82. No dia seguinte, escrevemos “Colocando os pingos nos is”, dizendo que a família não concordava com o local”. A família percebeu “A resistência deste governo e partiu para garantir que a estátua fosse para a Praça de Pedro. Enviei (continua o missivista) e-mail ao candidato Marconi Perillo pedindo ajuda. Ele,em campanha e muito ocupado, pediu que aguardasse o término da campanha. Imediatamente após a confirmação de sua vitória, no Dia de Finados, na visita ao túmulo de Pedro Ludovico, a família perguntou se podia contra com a ajuda dele para colocar Pedro em sua Praça. Em frente aos repórteres ele garantiu à família que mudaria a estátua para a praça,nesse momento a família ficou tranquila, uniu-se a quem sempre prestigiou Mauro Borges e Família; ali acabava a ansiedade, havia um compromisso real e como desejava, Pedro iria para a sua Praça assim que Marconi assumisse. Pronto!
Finalizando: Essa luta começou quando a família percebeu que estavam “cassando” Pedro de sua História, colocando-o lá no Serrinha.
E de resto, voltemos ao tema apenas quando se fizer necessário, ou seja, quando o novo governo assumir e as providências se fizerem necessárias, com nova postura e nova linguagem. Essa gente que causou todo esse alvoroço não merece mais espaço.
lutar para colocar a estátua equestre de Pedro Ludovico Teixeira na Praça de Pedro Ludovico Teixeira.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
MEU EGO TAMBÉM ESTÁ FELIZ!
Em 22 de novembro de 2010
Caro Luiz de Aquino,
Meu ego, também, está feliz!
A admiração pela a história de Goiás faz com que, como sentinela a postos, vigie, constantemente, as diversas publicações de poeta ou não poeta, de escritores badalados ou não, enfim, de pessoas sensíveis que amam a sua terra e habilmente transformam seu conhecimento em pequenas histórias que vão ilustrando o dia a dia do goiano.
A sensação varia… nostalgia, felicidade, alegria, tristeza, preocupação, angústia ou saudade só...
Nas últimas semanas, ainda temendo pelo destino da nossa história, aconteceu o que mais esperávamos desde que percebemos a "pretensão" de querer mudar a história de Goiânia cassando Pedro Ludovico de sua Praça. Felizmente, para todos os goianos e, especialmente para a família de Pedro, pensamos que ficou definido que ali na Rua 82 não é seu lugar.
Agradecemos a Deus que intercedeu sabiamente nas mentes de tantos que escreveram mostrando que não se pode negligenciar a história, pediram respeito à memória e assim seja! Amém!
Agradecer a todos, cada palavra, cada frase, cada texto. A sensação foi muito boa.
Agradecer a você, amigo da família, mas nem foi nessa condição que você lutou, lutou pelo correto, pela preservação da verdadeira história de Goiânia, sem cantinhos na Praça, mas alargando as mentes de quem se mantem agarrado em pequenas picuinhas.
Não é função da família determinar ações ao Governo, mas, cabe à família zelar por seu nome e de seus expoentes, quando percebe que estão agindo equivocadamente. Assim foi feito e sempre será, por zelo, por amor à verdade.
Por tudo, agradecemos a cada um, embora, o agradecimento maior será da história depois que Pedro estiver em sua Praça. A Praça Pedro Ludovico Teixeira será recuperada, revitalizada, restaurada e a cidade de Goiânia agradecerá.
Atentos acompanhamos cada dia, não escrevemos mais, não era necessário havia muita manifestação.
Agora aguardamos...
Caro Luiz de Aquino,
Meu ego, também, está feliz!
A admiração pela a história de Goiás faz com que, como sentinela a postos, vigie, constantemente, as diversas publicações de poeta ou não poeta, de escritores badalados ou não, enfim, de pessoas sensíveis que amam a sua terra e habilmente transformam seu conhecimento em pequenas histórias que vão ilustrando o dia a dia do goiano.
A sensação varia… nostalgia, felicidade, alegria, tristeza, preocupação, angústia ou saudade só...
Nas últimas semanas, ainda temendo pelo destino da nossa história, aconteceu o que mais esperávamos desde que percebemos a "pretensão" de querer mudar a história de Goiânia cassando Pedro Ludovico de sua Praça. Felizmente, para todos os goianos e, especialmente para a família de Pedro, pensamos que ficou definido que ali na Rua 82 não é seu lugar.
Agradecemos a Deus que intercedeu sabiamente nas mentes de tantos que escreveram mostrando que não se pode negligenciar a história, pediram respeito à memória e assim seja! Amém!
Agradecer a todos, cada palavra, cada frase, cada texto. A sensação foi muito boa.
Agradecer a você, amigo da família, mas nem foi nessa condição que você lutou, lutou pelo correto, pela preservação da verdadeira história de Goiânia, sem cantinhos na Praça, mas alargando as mentes de quem se mantem agarrado em pequenas picuinhas.
Não é função da família determinar ações ao Governo, mas, cabe à família zelar por seu nome e de seus expoentes, quando percebe que estão agindo equivocadamente. Assim foi feito e sempre será, por zelo, por amor à verdade.
Por tudo, agradecemos a cada um, embora, o agradecimento maior será da história depois que Pedro estiver em sua Praça. A Praça Pedro Ludovico Teixeira será recuperada, revitalizada, restaurada e a cidade de Goiânia agradecerá.
Atentos acompanhamos cada dia, não escrevemos mais, não era necessário havia muita manifestação.
Agora aguardamos...
TEXTOS NO DIÁRIO DA MANHÃ
Em 14 de novembro de 2010
estou aqui de longe e tão perto deste que se tornou um grande tema para se discutir não somente a instalação da estátua equestre de Pedro Ludovico Teixeira em sua praça, mas, também, para discutir a História de Goiás, de seus valorosos vultos e feitos, que a mesquinhês de alguns tem impedido que se tome o devido assento na história e permaneçam como em qualquer história de povos que se prezam.
Calados, mudos e distorcendo a verdade ficam aqueles que se calcaram em fatos irreais para justificar ações erradas que mutilariam a história, não fosse a atitude de pessoas que querem, acho que como uma grande maioria, ver nas páginas da história de Goiás a verdade. E a partir do momento em que se envolve recurso público, o que se deve fazer é agir corretamente, qualquer recurso público deve ser usado para contemplar a sociedade com bens, atividades e espaços que tragam benefícios relevantes que valorizem, contribuam e permaneçam para sempre como um patrimônio que dignifique o Estado.
Chega de falta de auto estima, de vergonha, de se qualificar como meros participantes da história. O povo goiano fez o desbravamento do Centro Oeste com coragem e perseverança, aqui permaneceu lutando para fazer de seu torrão um novo Estado do Brasil, no início um dos mais atrasados da nação, mas caminhou firme para o progresso quando Pedro Ludovico Teixeira idealista, determinado e otimista construiu sua nova Capital - Goiânia.
A família de Pedro veio a público contestar a instalação errada que se pretendia, argumentando sem impor qualquer ação ao Governo, em 27 de junho de 2010, quando estava determinada a instalação em local equivocado se gastando uma fortuna para construir uma rampa que tinha um único objetivo - colocar a estátua no topo.
A família esclareceu que embora tenha opinião clara sobre a localização da estátua, ela reconhece que não tem nenhuma autoridade sobre esse assunto, pois, isso cabe às pessoas que estão no Governo. A opinião da família está inquestionavelmente exposta em uma carta assinada pela maioria dos filhos do homenageado e alguns netos, como sugestão, assim como muitas pessoas sugeriram para que seja colocada na Praça Pedro Ludovico Teixeira.
Sim, foi enviado um relatório da Agepel à família, quando a estátua já estava sendo assentada na Rua 82. Um "relatório" determinante. Não foi solicitada e deixaram claro que, não era necessária qualquer argumentação da família, estava determinado o local e a família tinha que "agradecer". Pior, foi escrever que a família deve parar de tecer opinião sobre Pedro Ludovico Teixeira, porque ele agora já não pertence à família. Engano, jamais deixará de ser nosso patriarca.
Pergunta-se: que autoridade é essa para declarar, neste País livre, o que uma família pode dizer? Cassar a família de emitir opinião porque é parente? Deve ser inveja...
Enquanto existir um membro da família Borges Ludovico Teixeira, seus descendentes zelarão e fiscalizarão atos e ações que possam denegrir, macular e ofender a história da vida deste que pertence à história goiana realmente, mas, a sua família, também, quer o melhor para sua memória, sem tirar proveito ou querer que seus nomes peguem carona e se atrelem a sua glória para permanecer na história de Goiás sem nenhum mérito. Nomes de seus familiares já estão atrelados a ele eternamente na genealogia e se aparecem históricamente é por consequência, neste sentido este mérito é somente de seus filhos, netos e bisnetos que são descendentes, nasceram em sua família, conviveram com ele.
Caro, excelentes os textos das pessoas que estão se engajando para que seja feita uma justa homenagem a Pedro Ludovico Teixeira. Tenho convicção de que meu texto questionando e criticando o primeiro local escolhido pela Agepel, foi somente uma gota d´água. Portanto, não há necessidade de mais uma manifestação da família, o que vem sendo escrito está muito bom. É melhor que a família fique quieta e em uma hora oportuna agradeça a todos publicamente.
O DM tem publicando textos favoráveis à instalação na Praça de Pedro, grande contribuição para a história goiana. Parabéns pela atuação.
estou aqui de longe e tão perto deste que se tornou um grande tema para se discutir não somente a instalação da estátua equestre de Pedro Ludovico Teixeira em sua praça, mas, também, para discutir a História de Goiás, de seus valorosos vultos e feitos, que a mesquinhês de alguns tem impedido que se tome o devido assento na história e permaneçam como em qualquer história de povos que se prezam.
Calados, mudos e distorcendo a verdade ficam aqueles que se calcaram em fatos irreais para justificar ações erradas que mutilariam a história, não fosse a atitude de pessoas que querem, acho que como uma grande maioria, ver nas páginas da história de Goiás a verdade. E a partir do momento em que se envolve recurso público, o que se deve fazer é agir corretamente, qualquer recurso público deve ser usado para contemplar a sociedade com bens, atividades e espaços que tragam benefícios relevantes que valorizem, contribuam e permaneçam para sempre como um patrimônio que dignifique o Estado.
Chega de falta de auto estima, de vergonha, de se qualificar como meros participantes da história. O povo goiano fez o desbravamento do Centro Oeste com coragem e perseverança, aqui permaneceu lutando para fazer de seu torrão um novo Estado do Brasil, no início um dos mais atrasados da nação, mas caminhou firme para o progresso quando Pedro Ludovico Teixeira idealista, determinado e otimista construiu sua nova Capital - Goiânia.
A família de Pedro veio a público contestar a instalação errada que se pretendia, argumentando sem impor qualquer ação ao Governo, em 27 de junho de 2010, quando estava determinada a instalação em local equivocado se gastando uma fortuna para construir uma rampa que tinha um único objetivo - colocar a estátua no topo.
A família esclareceu que embora tenha opinião clara sobre a localização da estátua, ela reconhece que não tem nenhuma autoridade sobre esse assunto, pois, isso cabe às pessoas que estão no Governo. A opinião da família está inquestionavelmente exposta em uma carta assinada pela maioria dos filhos do homenageado e alguns netos, como sugestão, assim como muitas pessoas sugeriram para que seja colocada na Praça Pedro Ludovico Teixeira.
Sim, foi enviado um relatório da Agepel à família, quando a estátua já estava sendo assentada na Rua 82. Um "relatório" determinante. Não foi solicitada e deixaram claro que, não era necessária qualquer argumentação da família, estava determinado o local e a família tinha que "agradecer". Pior, foi escrever que a família deve parar de tecer opinião sobre Pedro Ludovico Teixeira, porque ele agora já não pertence à família. Engano, jamais deixará de ser nosso patriarca.
Pergunta-se: que autoridade é essa para declarar, neste País livre, o que uma família pode dizer? Cassar a família de emitir opinião porque é parente? Deve ser inveja...
Enquanto existir um membro da família Borges Ludovico Teixeira, seus descendentes zelarão e fiscalizarão atos e ações que possam denegrir, macular e ofender a história da vida deste que pertence à história goiana realmente, mas, a sua família, também, quer o melhor para sua memória, sem tirar proveito ou querer que seus nomes peguem carona e se atrelem a sua glória para permanecer na história de Goiás sem nenhum mérito. Nomes de seus familiares já estão atrelados a ele eternamente na genealogia e se aparecem históricamente é por consequência, neste sentido este mérito é somente de seus filhos, netos e bisnetos que são descendentes, nasceram em sua família, conviveram com ele.
Caro, excelentes os textos das pessoas que estão se engajando para que seja feita uma justa homenagem a Pedro Ludovico Teixeira. Tenho convicção de que meu texto questionando e criticando o primeiro local escolhido pela Agepel, foi somente uma gota d´água. Portanto, não há necessidade de mais uma manifestação da família, o que vem sendo escrito está muito bom. É melhor que a família fique quieta e em uma hora oportuna agradeça a todos publicamente.
O DM tem publicando textos favoráveis à instalação na Praça de Pedro, grande contribuição para a história goiana. Parabéns pela atuação.
A ESCOLHA DE UM LUGAR
08 DE NOVEMBRO DE 2010
Quando se decide fazer uma homenagem, devem ter o despreendimento de não querer transformar esta ação em simples aproveitamento do sucesso do outro. Se o evento estiver aparecendo mais do que o homenageado, significa que intenção não é boa ou não sabem o que estão fazendo.
Quem determinou o segundo local para a estátua equestre de Pedro Ludovico Teixeira foi a Agepel, claro que referendado pelo Iphan.
Lendo a justificativa do Iphan, creio que ainda, é necessário muito aprender para entender que se a Praça Pedro Ludovico Texeira está totalmente abandonada e desprezada, porque este excesso de "zelo" quando se pretende instalar nela a estátua do fundador da cidade de Goiânia, Pedro? E, quão grande é esta determinação de preservar a praça? É só passar por lá e ver o descaso.
Esta Praça não pode ser tão "intocável", ainda mais visando corrigir um erro terrível que foi a permissão de destruir o obelisco central da Praça e instalar um monumento destoante de toda a arquitetura e HIST0RIA dela.
Certamente, o IPHAN tem como analisar um novo processo de instalação, desde de que lhe apresentem um projeto bem feito, com justificativas corretas para que seja estudado e até, mesmo, o próprio órgão poderá orientar como fazer corretamente esta instalação.
A melhor justificativa é para que Dr. Pedro fique na Praça, nunca fizeram nada disso. Aliás, em mais de 17 anos de espera para instalar a estátua, nada estava definido, iriam colocá-la em um morro abandonado, sem estar urbanizado, embora a idéia da escultora em 1991 fosse colocá-la lá em cima do Morro do Serrinha. Que planejamento era esse? Qual o objetivo de esconder Dr. Pedro?
De novo, sem projeto adequado ou se tinham, ficou pior, porque o erro continuou. Sem justificativa para tamanho erro, resolveram que "qualquer lugar" estaria ótimo... E, que quem determina é o Governo e à família cabe, somente, agradecer????
Cada vez fica pior. Porque a família tem que agradecer um desrespeito a um ente seu? Ele é do povo, é público, mas quando utilizam equivocadamente a sua imagem seria omissão da família se permitisse que perpetuasse um erro.
Se neste Governo a família sequer recebeu uma resposta às suas cartas, mesmo, ainda sem estar empossado, o Governador eleito Marconi Perillo já conversou com a família e orientou, corretamente, que apresentasse uma justificativa para anexar ao processo de instalação correta da estátua na Praça Pedro Ludovico.
Resta agora é aguardar, porque este Governo não desistirá e a família indignada, não só com o erro, mas com a maneira que foi tratada, bastava uma linha: "recebemos a correspondência e estamos analisando..." mas, nada.
Assim, a família decidiu que não participará da inauguração ou de qualquer evento deste Governo.
Continuaremos atentos e aguardando a solução correta. Há de vir.
Quando se decide fazer uma homenagem, devem ter o despreendimento de não querer transformar esta ação em simples aproveitamento do sucesso do outro. Se o evento estiver aparecendo mais do que o homenageado, significa que intenção não é boa ou não sabem o que estão fazendo.
Quem determinou o segundo local para a estátua equestre de Pedro Ludovico Teixeira foi a Agepel, claro que referendado pelo Iphan.
Lendo a justificativa do Iphan, creio que ainda, é necessário muito aprender para entender que se a Praça Pedro Ludovico Texeira está totalmente abandonada e desprezada, porque este excesso de "zelo" quando se pretende instalar nela a estátua do fundador da cidade de Goiânia, Pedro? E, quão grande é esta determinação de preservar a praça? É só passar por lá e ver o descaso.
Esta Praça não pode ser tão "intocável", ainda mais visando corrigir um erro terrível que foi a permissão de destruir o obelisco central da Praça e instalar um monumento destoante de toda a arquitetura e HIST0RIA dela.
Certamente, o IPHAN tem como analisar um novo processo de instalação, desde de que lhe apresentem um projeto bem feito, com justificativas corretas para que seja estudado e até, mesmo, o próprio órgão poderá orientar como fazer corretamente esta instalação.
A melhor justificativa é para que Dr. Pedro fique na Praça, nunca fizeram nada disso. Aliás, em mais de 17 anos de espera para instalar a estátua, nada estava definido, iriam colocá-la em um morro abandonado, sem estar urbanizado, embora a idéia da escultora em 1991 fosse colocá-la lá em cima do Morro do Serrinha. Que planejamento era esse? Qual o objetivo de esconder Dr. Pedro?
De novo, sem projeto adequado ou se tinham, ficou pior, porque o erro continuou. Sem justificativa para tamanho erro, resolveram que "qualquer lugar" estaria ótimo... E, que quem determina é o Governo e à família cabe, somente, agradecer????
Cada vez fica pior. Porque a família tem que agradecer um desrespeito a um ente seu? Ele é do povo, é público, mas quando utilizam equivocadamente a sua imagem seria omissão da família se permitisse que perpetuasse um erro.
Se neste Governo a família sequer recebeu uma resposta às suas cartas, mesmo, ainda sem estar empossado, o Governador eleito Marconi Perillo já conversou com a família e orientou, corretamente, que apresentasse uma justificativa para anexar ao processo de instalação correta da estátua na Praça Pedro Ludovico.
Resta agora é aguardar, porque este Governo não desistirá e a família indignada, não só com o erro, mas com a maneira que foi tratada, bastava uma linha: "recebemos a correspondência e estamos analisando..." mas, nada.
Assim, a família decidiu que não participará da inauguração ou de qualquer evento deste Governo.
Continuaremos atentos e aguardando a solução correta. Há de vir.
RE- INAUGURAÇÃO DO MUSEU PEDRO LUDOVICO
História
JORNAL OPÇÃO
Museu Pedro Ludovico reabre depois de obras de restauro e revitalização
As obras abrangeram desde o prédio, com o restauro de paredes, telhados, piso, até a exposição de longa duração que ganhou novos painéis informativos e novos recursos para estudo e pesquisa
A presidente da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel), Linda Monteiro, e o governador Alcides Rodrigues reabrem na, quinta-feira, 25, o Museu Pedro Ludovico, unidade da agência, criado em maio de 1987 pelo governo de Goiás. O evento será às 20 horas, no hall de entrada do Museu, que fica na Rua Dona Gercina Borges, 133, Centro.
A casa foi construída de 1935 a 1937 para ser residência da família Ludovico. Nos períodos que Pedro Ludovico foi governador e senador, a família transferiu-se para o Palácio das Esmeraldas e para a cidade do Rio de Janeiro, respectivamente. Em 1969, depois de passar por temporadas arrendada e alugada, a casa recebeu novamente a família, que nela permaneceu até a morte de Pedro Ludovico, em 1979. Em 25 de setembro de 1979, a Lei 8.690 autorizou o governo de Goiás a desapropriar o imóvel para implantar o museu, que entrou em funcionamento oito anos depois, em 1987.
O Projeto de Revitalização da Exposição de Longa Duração do Museu Pedro Ludovico integra as ações de revitalização das exposições de longa duração dos museus estaduais goianos realizadas desde o ano passado pela Agência Goiana de Cultura. Além do Museu Pedro Ludovico, os trabalhos envolveram o Museu Ferroviário de Pires do Rio (que vai ser reinaugurado em dezembro) e o Museu da Imagem e do Som (que foi reaberto em agosto do ano passado).
No caso do Museu Pedro Ludovico, o Projeto manteve a proposta original de 1987, que definia o Museu sob duas vertentes: a figura de Pedro Ludovico Teixeira e a história de Goiás. A preservação da memória do fundador de Goiânia foi efetivada através da musealização do acervo deixado pela família — textual, mobiliário, prataria, porcelana, cristais e indumentária. A casa e seus elementos constitutivos e estilísticos também foram submetidos ao tratamento museológico.
O centro de pesquisa sobre a construção e o desenvolvimento de Goiás foi constituído a partir dos documentos textuais produzidos e colecionados ao longo dos 40 anos de vida pública de Ludovico.
Foi mantida também a concepção museográfica do projeto original, que conduz o visitante a vivenciar a figura de Pedro Ludovico em diferentes relações: Pedro Ludovico, o político; Pedro Ludovico, o homem; Pedro Ludovico, a família; Pedro Ludovico, a mudança da capital.
Na proposta expositiva atual, foram acrescentados dois novos ambientes temáticos: um deles reservado para Gercina Borges Teixeira, que será apresentada por meio de sua obra pioneira de assistência social e da presença determinante na família e nas ações políticas do marido. O outro ambiente, também composto de painéis fotográficos e textuais, apresenta a construção de Goiânia e o seu processo de desenvolvimento, tema que era previsto na proposta original, mas que não foi satisfatoriamente trabalhado no decorrer da trajetória do Museu.
As obras de restauro e revitalização abrangeram desde o prédio, com o restauro de paredes, telhados, piso, até a exposição de longa duração que ganhou novos painéis informativos e novos recursos para estudo e pesquisa. O projeto contou com um trabalho de pesquisa criteriosa em fontes bibliográficas — livros publicados, teses, dissertações e monografias de autores que estudaram a vida e a obra do fundador de Goiânia e a sua importância para a história de Goiás.
A pesquisa foi feita também através de fontes orais — dezenas de pioneiros, estudiosos, profissionais que participaram da criação do Museu e familiares de Pedro Ludovico foram ouvidos. São mais de 50 horas de depoimentos gravados em áudio e em vídeo, que estarão disponibilizados, a partir de agora, num espaço reservado para a consulta no piso superior do Museu. Dentre os depoimentos expressivos estão o do filho de Pedro Ludovico, Goianio Borges Teixeira, das profissionais responsáveis pelo projeto de criação do Museu, museóloga Edna Taveira e especialista em museologia, Maria Terezinha Campos Santana (primeira diretora do Museu). Foi ouvido também o escritor Adovaldo Fernandes Sampaio, que coordenou os trabalhos de implantação do Museu, na época como diretor da Fundação Cultural Pedro Ludovico. Os técnicos responsáveis pelo projeto contaram com a colaboração de Maria Dulce Loyola Teixeira, representante da família, que contribuiu na seleção, identificação e seção de imagens e na indicação e contatos com parentes e amigos de Pedro Ludovico e de dona Gercina.
Com a exposição de longa duração revitalizada, a ação de comunicação do Museu poderá ser aperfeiçoada e não ficará restrita somente à exposição, mas será estabelecida sistematicamente durante todo o processo museológico, desde a pesquisa e preservação até os eventos, reuniões, oficinas e ações educativas.
A equipe responsável pelo projeto de revitalização da exposição é composta pelos conservadores de bens culturais, Alba Tânia Rosauro Macedo, João Rosa e Deolinda Taveira, pelo mestre em história Guilherme Talarico, pelos arquitetos Marcílio Lemos e Solange Maria de Santana e Silva, além da chefe do Museu, Alenita Toledo, e equipe de funcionários. A coordenação técnica é da especialista e doutoranda em museologia Tânia Mendonça.
A partir de sexta-feira, 26, o Museu voltará ao horário de atendimento regular: de terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas e nos sábados, domingos e feriados, das 9 às 15 horas. Os agendamentos de escolas poderão ser feitos pelos telefones (62) 3201-4678 e 3201-4680.
JORNAL OPÇÃO
Museu Pedro Ludovico reabre depois de obras de restauro e revitalização
As obras abrangeram desde o prédio, com o restauro de paredes, telhados, piso, até a exposição de longa duração que ganhou novos painéis informativos e novos recursos para estudo e pesquisa
A presidente da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel), Linda Monteiro, e o governador Alcides Rodrigues reabrem na, quinta-feira, 25, o Museu Pedro Ludovico, unidade da agência, criado em maio de 1987 pelo governo de Goiás. O evento será às 20 horas, no hall de entrada do Museu, que fica na Rua Dona Gercina Borges, 133, Centro.
A casa foi construída de 1935 a 1937 para ser residência da família Ludovico. Nos períodos que Pedro Ludovico foi governador e senador, a família transferiu-se para o Palácio das Esmeraldas e para a cidade do Rio de Janeiro, respectivamente. Em 1969, depois de passar por temporadas arrendada e alugada, a casa recebeu novamente a família, que nela permaneceu até a morte de Pedro Ludovico, em 1979. Em 25 de setembro de 1979, a Lei 8.690 autorizou o governo de Goiás a desapropriar o imóvel para implantar o museu, que entrou em funcionamento oito anos depois, em 1987.
O Projeto de Revitalização da Exposição de Longa Duração do Museu Pedro Ludovico integra as ações de revitalização das exposições de longa duração dos museus estaduais goianos realizadas desde o ano passado pela Agência Goiana de Cultura. Além do Museu Pedro Ludovico, os trabalhos envolveram o Museu Ferroviário de Pires do Rio (que vai ser reinaugurado em dezembro) e o Museu da Imagem e do Som (que foi reaberto em agosto do ano passado).
No caso do Museu Pedro Ludovico, o Projeto manteve a proposta original de 1987, que definia o Museu sob duas vertentes: a figura de Pedro Ludovico Teixeira e a história de Goiás. A preservação da memória do fundador de Goiânia foi efetivada através da musealização do acervo deixado pela família — textual, mobiliário, prataria, porcelana, cristais e indumentária. A casa e seus elementos constitutivos e estilísticos também foram submetidos ao tratamento museológico.
O centro de pesquisa sobre a construção e o desenvolvimento de Goiás foi constituído a partir dos documentos textuais produzidos e colecionados ao longo dos 40 anos de vida pública de Ludovico.
Foi mantida também a concepção museográfica do projeto original, que conduz o visitante a vivenciar a figura de Pedro Ludovico em diferentes relações: Pedro Ludovico, o político; Pedro Ludovico, o homem; Pedro Ludovico, a família; Pedro Ludovico, a mudança da capital.
Na proposta expositiva atual, foram acrescentados dois novos ambientes temáticos: um deles reservado para Gercina Borges Teixeira, que será apresentada por meio de sua obra pioneira de assistência social e da presença determinante na família e nas ações políticas do marido. O outro ambiente, também composto de painéis fotográficos e textuais, apresenta a construção de Goiânia e o seu processo de desenvolvimento, tema que era previsto na proposta original, mas que não foi satisfatoriamente trabalhado no decorrer da trajetória do Museu.
As obras de restauro e revitalização abrangeram desde o prédio, com o restauro de paredes, telhados, piso, até a exposição de longa duração que ganhou novos painéis informativos e novos recursos para estudo e pesquisa. O projeto contou com um trabalho de pesquisa criteriosa em fontes bibliográficas — livros publicados, teses, dissertações e monografias de autores que estudaram a vida e a obra do fundador de Goiânia e a sua importância para a história de Goiás.
A pesquisa foi feita também através de fontes orais — dezenas de pioneiros, estudiosos, profissionais que participaram da criação do Museu e familiares de Pedro Ludovico foram ouvidos. São mais de 50 horas de depoimentos gravados em áudio e em vídeo, que estarão disponibilizados, a partir de agora, num espaço reservado para a consulta no piso superior do Museu. Dentre os depoimentos expressivos estão o do filho de Pedro Ludovico, Goianio Borges Teixeira, das profissionais responsáveis pelo projeto de criação do Museu, museóloga Edna Taveira e especialista em museologia, Maria Terezinha Campos Santana (primeira diretora do Museu). Foi ouvido também o escritor Adovaldo Fernandes Sampaio, que coordenou os trabalhos de implantação do Museu, na época como diretor da Fundação Cultural Pedro Ludovico. Os técnicos responsáveis pelo projeto contaram com a colaboração de Maria Dulce Loyola Teixeira, representante da família, que contribuiu na seleção, identificação e seção de imagens e na indicação e contatos com parentes e amigos de Pedro Ludovico e de dona Gercina.
Com a exposição de longa duração revitalizada, a ação de comunicação do Museu poderá ser aperfeiçoada e não ficará restrita somente à exposição, mas será estabelecida sistematicamente durante todo o processo museológico, desde a pesquisa e preservação até os eventos, reuniões, oficinas e ações educativas.
A equipe responsável pelo projeto de revitalização da exposição é composta pelos conservadores de bens culturais, Alba Tânia Rosauro Macedo, João Rosa e Deolinda Taveira, pelo mestre em história Guilherme Talarico, pelos arquitetos Marcílio Lemos e Solange Maria de Santana e Silva, além da chefe do Museu, Alenita Toledo, e equipe de funcionários. A coordenação técnica é da especialista e doutoranda em museologia Tânia Mendonça.
A partir de sexta-feira, 26, o Museu voltará ao horário de atendimento regular: de terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas e nos sábados, domingos e feriados, das 9 às 15 horas. Os agendamentos de escolas poderão ser feitos pelos telefones (62) 3201-4678 e 3201-4680.
SAIU NO DIARIO DA MANHA EM 17.11.2010
Inconformado com a insistência da presidente da Agepel, Linda Monteiro de promover a inauguração da estátua de Pedro Ludovico Teixeira em um canto da Praça Cívica, o vereador Rusembergue Barbosa (PRB) e Pedro Ludovico Teixeira Neto protocolam hoje, às 15 horas, na 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, uma medida cautelar. A inauguração do monumento está prevista para amanhã, às 19:30 h e a família não concorda com o local reservado à ela, mas deseja sua instalação no centro da praça.
A intenção da medida cautelar é barrar a inauguração da obra no local “vergonhoso” em que se encontra, conforme Rusembergue, adiando a solenidade para depois da investidura do governador eleito, Marconi Perillo. “Ele já nos assegurou que vai ouvir a família e se mostrou bastante sensível à nossa contrariedade diante daquilo que estão chamando de homenagem, mas que é puro desrespeito à memória do meu avô” – afirmou o neto do fundador, que acompanhou Marconi, durante visita ao túmulo de Pedro Ludovico, no último dia 2 (dia de finados). Ele reiterou que a família não vai comparecer à inauguração. “Por uma questão de bom senso e de respeito à memória do fundador, não custa nada aguardar mais alguns dias, para uma solução que entrará definitivamente para a história” – pondera Rusembergue.
O vereador diz que não vê outra saída, que a via judicial. “Existe hoje uma comoção na sociedade, que se mostra indignada, porém, a presidente da Agepel se mostra insensível e disposta a causar esse constrangimento à família e desprezo aos pioneiros de Goiânia” – explica o vereador. Autor da Lei municipal n° 8.942, por ele batizada de “Lei Batista Custódio” – reconhecimento ao apoio do jornalista e do jornal Diário da Manhã à luta pela conclusão da obra –, que determina a instalação da obra na Praça Cívica, após liderar o movimento contra a escolha do Morro Serrinha, Rusembergue defende a demolição do “barracão improvisado”, antiga sede da prefeitura. “Ali é o local mais decente e digno para a instalação do monumento que homenageia o maior estadista de Goiás em todos os tempos.”
Abaixo-assinado
A nora do ex-governador Mauro Borges, filho de Pedro Ludovico, Maria Dulce Ludovico Teixeira lançou no site Petição Pública Brasil, um abaixo-assinado, via on-line, reivindicando que a estátua equestre de Pedro Ludovico seja colocada em um local de destaque na praça que tem seu nome, e não no canteiro da rua 82, em frente ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Segundo ela, “se existe uma praça com seu nome, faz sentido que se concentre lá estátuas, monumentos, memórias, para que fique fácil para a população encontrar a história da cidade”. Maria Dulce afirma que a família foi pressionada a aceitar o local imposto pela presidente da Agepel. “Jamais irão nos convencer de que aquele é o ponto correto.” Ela acusa “constrangimento ilegal e autoritário”. “É como dizer a qualquer cidadão deste País, que ele não tem direito de ser livre, é cassar a família de opinar somente porque é descendente de Pedro Ludovico. Não vamos calar jamais. Somos livres. Aliás, o povo deve opinar se está correto” – assinala ela, justificando o lançamento do abaixo-assinado.
A intenção da medida cautelar é barrar a inauguração da obra no local “vergonhoso” em que se encontra, conforme Rusembergue, adiando a solenidade para depois da investidura do governador eleito, Marconi Perillo. “Ele já nos assegurou que vai ouvir a família e se mostrou bastante sensível à nossa contrariedade diante daquilo que estão chamando de homenagem, mas que é puro desrespeito à memória do meu avô” – afirmou o neto do fundador, que acompanhou Marconi, durante visita ao túmulo de Pedro Ludovico, no último dia 2 (dia de finados). Ele reiterou que a família não vai comparecer à inauguração. “Por uma questão de bom senso e de respeito à memória do fundador, não custa nada aguardar mais alguns dias, para uma solução que entrará definitivamente para a história” – pondera Rusembergue.
O vereador diz que não vê outra saída, que a via judicial. “Existe hoje uma comoção na sociedade, que se mostra indignada, porém, a presidente da Agepel se mostra insensível e disposta a causar esse constrangimento à família e desprezo aos pioneiros de Goiânia” – explica o vereador. Autor da Lei municipal n° 8.942, por ele batizada de “Lei Batista Custódio” – reconhecimento ao apoio do jornalista e do jornal Diário da Manhã à luta pela conclusão da obra –, que determina a instalação da obra na Praça Cívica, após liderar o movimento contra a escolha do Morro Serrinha, Rusembergue defende a demolição do “barracão improvisado”, antiga sede da prefeitura. “Ali é o local mais decente e digno para a instalação do monumento que homenageia o maior estadista de Goiás em todos os tempos.”
Abaixo-assinado
A nora do ex-governador Mauro Borges, filho de Pedro Ludovico, Maria Dulce Ludovico Teixeira lançou no site Petição Pública Brasil, um abaixo-assinado, via on-line, reivindicando que a estátua equestre de Pedro Ludovico seja colocada em um local de destaque na praça que tem seu nome, e não no canteiro da rua 82, em frente ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Segundo ela, “se existe uma praça com seu nome, faz sentido que se concentre lá estátuas, monumentos, memórias, para que fique fácil para a população encontrar a história da cidade”. Maria Dulce afirma que a família foi pressionada a aceitar o local imposto pela presidente da Agepel. “Jamais irão nos convencer de que aquele é o ponto correto.” Ela acusa “constrangimento ilegal e autoritário”. “É como dizer a qualquer cidadão deste País, que ele não tem direito de ser livre, é cassar a família de opinar somente porque é descendente de Pedro Ludovico. Não vamos calar jamais. Somos livres. Aliás, o povo deve opinar se está correto” – assinala ela, justificando o lançamento do abaixo-assinado.
RESPOSTA A LUIZ DE AQUINO SOBRE A INDIGNAÇÃO DA FAMÍLIA DE PEDRO LUDOVICO
Luiz,
ainda agora, 6:00, acabo de ler todo o texto do Batista. Agradeço ser ele o portador de tudo que este pessoal deve escutar e respeitar. Eles sairam do limite. Como o falar da família, perante o público e sociedade em geral, pode ter uma conotação de usar o "poder" para ainda ditar o que se deve fazer, assim ficou muito melhor. Inquestionavelmente, a família tem este direito pois é a imagem de um familiar que está sendo usada de maneira inadequada. Tentamos corrigir o erro como família e como cidadãos brasileiros com direitos garantidos por Lei para preservar, digamos, um bem público e a história, visando, também, não usar indevidamente o recurso público.
A família vem se manifestando desde 16 de junho de 2010, quando soubemos que a estátua seria instalada no Serrinha.
Uma série de mentiras comanda essa perigrinação sobre a homenagem a Dr. Pedro. Acompanhando o que foi escrito, verificaria que a história de não colocar no Serrinha por isso e aquilo - é lorota - estavam todos calados e o Vereador lutava para manter o espaço como reserva ecológica.
Questionamos "porque lá?" - no livro de Dr. Pedro ele diz que esta colina era indicada para reservatório da água que iria abastecer Goiânia, como ficava mais distante do que o "Paineiras", o engenheiro encarregado da obra demonstrou a Dr. Pedro que no segundo morro se gastaria menos por estar mais próximo da cidade, o Serrinha permaneceria com a mesma função para uma futura utilização, como foi utilizado, tem reservatório da Saneago lá. Inventam histórias e as transformam em verdades. Várias vezes espanta-nos as mentiras de que se apoderam os "historiadores", mostrando uma intimidade que nunca tiveram - leram em algum lugar? Assim, como mudou-se o reservatório d'água eles mudaram a estátua, mas sem o cuidado que teve Dr. Pedro de minimizar os custos de seu projeto de abastecimento de água para Goiânia.
Estavam cassando Dr. Pedro de sua história e continuam fazendo a pior cassação de sua vida - pior do que a que a Ditadura fez.
Fizemos, nestes meses, com o apoio da família, uma perigrinação de porta a porta. A primeira visita foi ao Instituto do Professor José Mendonça Teles - porque em 2000 ele enviou a Mauro Borges, uma cópia de sua nova posição com relação à estátua, onde dizia que o local certo era a Praça Pedro Ludovico Teixeira. Claro, fomos lá pedir que apoiasse a família, até o próximo Governo do Marconi, pois, o atual insistia em colocar a estátua "em qualquer lugar" e de "qualquer jeito". Ele perguntou o que fazer. Sugerimos que aguardassem e que fosse feito um novo projeto para construir um Memorial aos Pioneiros, como era desejo de Mauro e sua família estabelecido em carta na ocasião em que foi entregue a casa da Rua 26 ao Estado. (tenho a cópia desta carta e cedi uma cópia para a Agepel). Contamos da emoção de Mauro Borges ao lamentar com os olhos cheios d' água que talvez não colocassem Dr. Pedro em sua praça. Aguardamos muito, dissemos, Dr. Pedro faleceu em 16 de agosto de 1979 e somete em 1993, portanto, 14 anos após a sua morte, iniciaram um monumento em sua homenagem e, parece praga, somente agora está pronto, levou 17 anos para ser concluído. Já esperamos por tanto tempo, esperar mais um ano e fazer certo, é o correto.
Escrevemos, também, ao Bariane Ortêncio pedindo a mesma ajuda - esperar. Ele se aproveitou da nossa carta e assumiu de dono do pedido da família indicando o local.
Contestamos em nome da família dizendo que ali não era a Praça Pedro Ludovico Teixeira e nem aprovavamos aquele local.
Fui ao IPHAN duas vezes - fui muito bem recebida. Ao Ministério Público fui quatro vezes pedir para intervir, pois estavam utilizando recurso público, achamos que o dinheiro público não pode ser usado desta maneira. Na Câmara de Vereadores fui duas vezes, em nenhuma o Vereador, que marcou hora conosco estava lá para nos receber, falamos então por telefone. Falei com jornalistas, articulistas, escritores pedimos muito socorro. Mas, a decisão errada já estava tomada e nada faria a Agepel retroceder.
Foi uma peregrinação de junho até agora em outubro quando recebemos, aos meus cuidados, mas endereçado à família de Pedro Ludovico Teixeira - o relatório que foi citado pelo Sr. Batista. Foi quando vimos um outro Ludovico, beirando os noventa anos, encher os olhos de lágrimas e dizer: "tem que ser na Praça", ele é Pedro Ludovico Teixeira Júnior. Encaminhamos, ou melhor, mostramos à família, pois ficaria muito caro copiar o relatório e mandar a cada um, sendo assim, levamos o original a cada um para ler os absurdos contidos do começo ao fim. Notamos que não foi anexada a carta de 8 de janeiro de 2008, onde assinam Mauro, Pedro e Goiânio, reteirando o pedido para que fosse instalada a estátua na Praça Pedro Ludovico Teixeira.
Partimos para um abaixo assinado eletrônico, as pessoas da comunidade se indignavam, mas pouco podiam fazer. Resolvemos esperar a vitória de Marconi, pois enviamos a ele um correio eletrônico pedido orientação sobre o que fazer mediante tanta imprudência. Respondeu pedindo que aguardassemos o término da campanha. Ele foi insuperavelmente pontual, visitando o túmulo de Dr. Pedro no dia seguinte de ser proclamado vitorioso, confirmou o que a família esperava. Daí saiu no jornal e iniciaram as cartas do DM, para nossa felicidade, pois o jornal tem uma abrangência infinitamente maior do que minhas cartas, meu blog e facebook. E até do abaixo assinado que fizemos: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N3448
Utilizando estes meios pouco abrangiámos. Poucos se manifestaram. Alguns, até concordaram a princípio com a Rua 82. O DM deu a divulgação que precisávamos.
Se nos calamos agora, é porque este Governo não deu à família nenhum sinal de apreço e muito menos a respeitou. Porque dar a eles a satisfação de ter qualquer tipo de relação com a família de Pedro Ludovico Teixeira. Estamos indignados como tratamento dado, não à família mas à memória de Pedro Ludovico, porque desde o início a família sempre se posicionou com argumentos em que solicitava uma ação que perpetuasse a história goiana, carente de um espaço que dignifique os pioneiros, aonde se coloque ao público a história completa da cidade.
Sabemos que mesmo se houver esta inauguração, todos os segmentos que querem ver preservada a memória da cidade estarão com Marconi para viabilizar um Memorial dos Pioneiros e instalar a estátua na Praça de Pedro. A família, assim como nosso amado Pedro, sabe se indignar sem que seus algozes se sintam privilegiados de ter causado algum transtorno, este fato da inauguração equivocada é um ato irresponsável, deveriam prestar contas do recurso que estão utilizando.
Eles jamais conseguiriam mudar o lugar de Pedro nos assentos históricos de Goiás, ele já ultrapassou esse mundo pequeno das mesquinharias, se sua estátua ficou ao nível do chão, Goiânia o projetou no mundo inteiro.
Grande abraço e obrigada pelo apoio constante. Teremos cuidado com quem chega tarde.
Maria Dulce
ainda agora, 6:00, acabo de ler todo o texto do Batista. Agradeço ser ele o portador de tudo que este pessoal deve escutar e respeitar. Eles sairam do limite. Como o falar da família, perante o público e sociedade em geral, pode ter uma conotação de usar o "poder" para ainda ditar o que se deve fazer, assim ficou muito melhor. Inquestionavelmente, a família tem este direito pois é a imagem de um familiar que está sendo usada de maneira inadequada. Tentamos corrigir o erro como família e como cidadãos brasileiros com direitos garantidos por Lei para preservar, digamos, um bem público e a história, visando, também, não usar indevidamente o recurso público.
A família vem se manifestando desde 16 de junho de 2010, quando soubemos que a estátua seria instalada no Serrinha.
Uma série de mentiras comanda essa perigrinação sobre a homenagem a Dr. Pedro. Acompanhando o que foi escrito, verificaria que a história de não colocar no Serrinha por isso e aquilo - é lorota - estavam todos calados e o Vereador lutava para manter o espaço como reserva ecológica.
Questionamos "porque lá?" - no livro de Dr. Pedro ele diz que esta colina era indicada para reservatório da água que iria abastecer Goiânia, como ficava mais distante do que o "Paineiras", o engenheiro encarregado da obra demonstrou a Dr. Pedro que no segundo morro se gastaria menos por estar mais próximo da cidade, o Serrinha permaneceria com a mesma função para uma futura utilização, como foi utilizado, tem reservatório da Saneago lá. Inventam histórias e as transformam em verdades. Várias vezes espanta-nos as mentiras de que se apoderam os "historiadores", mostrando uma intimidade que nunca tiveram - leram em algum lugar? Assim, como mudou-se o reservatório d'água eles mudaram a estátua, mas sem o cuidado que teve Dr. Pedro de minimizar os custos de seu projeto de abastecimento de água para Goiânia.
Estavam cassando Dr. Pedro de sua história e continuam fazendo a pior cassação de sua vida - pior do que a que a Ditadura fez.
Fizemos, nestes meses, com o apoio da família, uma perigrinação de porta a porta. A primeira visita foi ao Instituto do Professor José Mendonça Teles - porque em 2000 ele enviou a Mauro Borges, uma cópia de sua nova posição com relação à estátua, onde dizia que o local certo era a Praça Pedro Ludovico Teixeira. Claro, fomos lá pedir que apoiasse a família, até o próximo Governo do Marconi, pois, o atual insistia em colocar a estátua "em qualquer lugar" e de "qualquer jeito". Ele perguntou o que fazer. Sugerimos que aguardassem e que fosse feito um novo projeto para construir um Memorial aos Pioneiros, como era desejo de Mauro e sua família estabelecido em carta na ocasião em que foi entregue a casa da Rua 26 ao Estado. (tenho a cópia desta carta e cedi uma cópia para a Agepel). Contamos da emoção de Mauro Borges ao lamentar com os olhos cheios d' água que talvez não colocassem Dr. Pedro em sua praça. Aguardamos muito, dissemos, Dr. Pedro faleceu em 16 de agosto de 1979 e somete em 1993, portanto, 14 anos após a sua morte, iniciaram um monumento em sua homenagem e, parece praga, somente agora está pronto, levou 17 anos para ser concluído. Já esperamos por tanto tempo, esperar mais um ano e fazer certo, é o correto.
Escrevemos, também, ao Bariane Ortêncio pedindo a mesma ajuda - esperar. Ele se aproveitou da nossa carta e assumiu de dono do pedido da família indicando o local.
Contestamos em nome da família dizendo que ali não era a Praça Pedro Ludovico Teixeira e nem aprovavamos aquele local.
Fui ao IPHAN duas vezes - fui muito bem recebida. Ao Ministério Público fui quatro vezes pedir para intervir, pois estavam utilizando recurso público, achamos que o dinheiro público não pode ser usado desta maneira. Na Câmara de Vereadores fui duas vezes, em nenhuma o Vereador, que marcou hora conosco estava lá para nos receber, falamos então por telefone. Falei com jornalistas, articulistas, escritores pedimos muito socorro. Mas, a decisão errada já estava tomada e nada faria a Agepel retroceder.
Foi uma peregrinação de junho até agora em outubro quando recebemos, aos meus cuidados, mas endereçado à família de Pedro Ludovico Teixeira - o relatório que foi citado pelo Sr. Batista. Foi quando vimos um outro Ludovico, beirando os noventa anos, encher os olhos de lágrimas e dizer: "tem que ser na Praça", ele é Pedro Ludovico Teixeira Júnior. Encaminhamos, ou melhor, mostramos à família, pois ficaria muito caro copiar o relatório e mandar a cada um, sendo assim, levamos o original a cada um para ler os absurdos contidos do começo ao fim. Notamos que não foi anexada a carta de 8 de janeiro de 2008, onde assinam Mauro, Pedro e Goiânio, reteirando o pedido para que fosse instalada a estátua na Praça Pedro Ludovico Teixeira.
Partimos para um abaixo assinado eletrônico, as pessoas da comunidade se indignavam, mas pouco podiam fazer. Resolvemos esperar a vitória de Marconi, pois enviamos a ele um correio eletrônico pedido orientação sobre o que fazer mediante tanta imprudência. Respondeu pedindo que aguardassemos o término da campanha. Ele foi insuperavelmente pontual, visitando o túmulo de Dr. Pedro no dia seguinte de ser proclamado vitorioso, confirmou o que a família esperava. Daí saiu no jornal e iniciaram as cartas do DM, para nossa felicidade, pois o jornal tem uma abrangência infinitamente maior do que minhas cartas, meu blog e facebook. E até do abaixo assinado que fizemos: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N3448
Utilizando estes meios pouco abrangiámos. Poucos se manifestaram. Alguns, até concordaram a princípio com a Rua 82. O DM deu a divulgação que precisávamos.
Se nos calamos agora, é porque este Governo não deu à família nenhum sinal de apreço e muito menos a respeitou. Porque dar a eles a satisfação de ter qualquer tipo de relação com a família de Pedro Ludovico Teixeira. Estamos indignados como tratamento dado, não à família mas à memória de Pedro Ludovico, porque desde o início a família sempre se posicionou com argumentos em que solicitava uma ação que perpetuasse a história goiana, carente de um espaço que dignifique os pioneiros, aonde se coloque ao público a história completa da cidade.
Sabemos que mesmo se houver esta inauguração, todos os segmentos que querem ver preservada a memória da cidade estarão com Marconi para viabilizar um Memorial dos Pioneiros e instalar a estátua na Praça de Pedro. A família, assim como nosso amado Pedro, sabe se indignar sem que seus algozes se sintam privilegiados de ter causado algum transtorno, este fato da inauguração equivocada é um ato irresponsável, deveriam prestar contas do recurso que estão utilizando.
Eles jamais conseguiriam mudar o lugar de Pedro nos assentos históricos de Goiás, ele já ultrapassou esse mundo pequeno das mesquinharias, se sua estátua ficou ao nível do chão, Goiânia o projetou no mundo inteiro.
Grande abraço e obrigada pelo apoio constante. Teremos cuidado com quem chega tarde.
Maria Dulce
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