domingo, 22 de julho de 2012

FOTOS DA PRAÇA QUANDO GOVERNADOR ERA PEDRO LUDOVICO

PRESERVAR, REVITALIZAR. ZELO PELO QUE É NOSSO


Copiar o que é bom
Uma das coisas que me encanta em São Paulo é a preservação da sua história que é, por sua antiguidade, a história dos brasileiros, também. Tem sido hábito em São Paulo revitalizar edifícios antigos, adaptando-os para abrigar centros de cultura excelentes. Visitar o Mercado que tem muito mais de 100 anos e foi preservado, a Estação Ferroviária, a Pinacoteca e tantos outros lugares mais que centenários e muito bem preservados faz com que se conclua que copiar quem faz certo é uma boa maneira de acertar, também.
Goiânia, apesar de ser uma Capital aonde a riqueza é visível pelo consumo de bens e serviços, lamentavelmente, os governantes não conseguem sensibilizar aos que são geradores dessa imensa riqueza para que invistam, como incentivo, na área cultural, na preservação de nossa história.
O que se vê é a seguida repetição de atos como foi a destruição do Mercado Central para ali edificar uma garagem, de vários andares, sem, que até hoje tenha alcançado algum objetivo, se é que tenha sido planejado.  A destruição da Santa Casa, marco da caridade e do início de Goiânia, para edificar um Centro de Convenções é uma das aberrações das administrações passadas, rapidamente se tornou um elefante branco pelo fato de ter sido extremamente inadequado o local escolhido, todos sabem que os centros de convenções são colocados estrategicamente em locais que permitem o acesso de um enorme público, com estacionamento gigantesco para receber um grande número de carros e ônibus, ali, na Rua 4, eles só podem parar ocupando as laterais das ruas em volta do Centro de Convenções na Rua 4, alguns têm placas de proibido parar, tudo isso causa transtorno para quem passa por ali e para os próprios motoristas desses veículos, total falta de planejamento ou fizeram assim  para justificar a injustificável destruição da Santa Casa?
A descaracterização da Praça Pedro Ludovico Teixeira, abandonada há décadas, mostra o descaso com o bem público. Deixaram construir ali um barracão para abrigar parte da Prefeitura e assim permanece até hoje, mas, felizmente, já está aprovada pelo Governador Marconi Perillo parte da restauração da praça. Essa praça era o encantamento dos goianienses antigos que faziam dali seu local de passeio com a família no final da tarde e nos fins de semana. Porém, hoje em dia, é usada para shows, exposições e celebrações requerendo que ali se monte enormes estruturas que danificam tudo que há em volta (se é que ainda tenha sobrado algo). Essa prática tem que ser eliminada. Nada existe ali que lembre o jardim do Palácio das Esmeraldas de antes, com suas fontes luminosas e seus arbustos podados e bem cuidados. Hoje é o jardim mais descuidado e abandonado de Goiânia, não salva nem o que está no pátio da frente do Palácio, parece até que não existem paisagistas em Goiânia capazes de fazer um jardim adequado à casa do Governador.
Visitar um centro de cultura como São Paulo no faz voltar para casa pensando quando será que deixarão de fazer obras faraônicas, deixando o que temos acabar, sem valorizar o pouco que restou. Revitalizar e restaurar o que já existe, preservando o que se dá o nome de patrimônio e a exemplo de São Paulo não destruir, mas adaptar o local para ser um novo espaço cultural, usando melhor os edifícios antigos como a Estação Ferroviária, o Grande Hotel e outros. Assim como, o Teatro Goiânia que já foi palco de tantos excelentes espetáculos. Porém, não se cuidou de seus bens, que fazem parte do patrimônio. Dizem que o piano de caldas que era do Teatro Goiânia caiu do palco e quebrou de tal maneira que não teve recuperação, depois desse "acidente" nunca mais se teve um piano com a qualidade desse.
É preciso, não só vontade para realizar tudo isso, mas é preciso entender que a nossa cultura, a preservação de nossos bens é mais importante que valorizar a cultura de fora, essa já é valorizada em seus Estados. Não tenho nada contra cinema, mas, não é o que Goiás produz, quantos filmes de sucesso saíram de Goiás nos últimos anos? No entanto se gasta uma fortuna para valorizar empreendimentos que não são nossos, no intuito de alcançar projeção nacional repetindo, importando hábitos de outros lugares, onde o evento é um grande sucesso devido ao tempo em que ali é realizado e se tornou uma realização tradicional dali. Importar eventos, manias, tradições de terceiros significa que não amamos o que temos.



domingo, 4 de dezembro de 2011





FOTOS DAS GARAGENS ESTACIONAMENTOS, NO SUB SOLO DAS PRAÇAS. UMA SOLUÇÃO INTELIGENTE E MANTÉM O  LOCAL PÚBLICO LIMPO E USÁVEL. OS GOVERNANTES DEVERIAM ADERIR A ESSE TIPO DE SOLUÇÃO MODERNA E AINDA GANHARIA COBRANDO POR HORA DOS CARROS QUE ALI FICASSEM ESTACIONADOS.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Um planejamento para a estátua de Pedro

Carta a um Cavalo de bronze?
Na verdade, melhor seria ler ao som de La Comparsita, um tango alegre que traria uma grande satisfação ao cavaleiro (impetuoso como Dom Quixote), que melancólico aguarda uma explicação sobre o tratamento que lhe deram...
Teve poucos momentos como cavaleiro, Pedro Ludovico era um médico modernista que assumiu a direção do Estado preocupado com o progresso, com o desenvolvimento, com a saúde do povo de Goiás. Ao pensar na mudança da Capital goiana, não a concebeu simplesmente, contratou especialistas e delegou tarefas. Tinha arquitetos urbanistas e engenheiros, qualificados para traçar a planta da cidade e seu plano diretor. E vários auxiliares que o ajudaram a construir Goiânia.
Esta preocupação zelosa que ele teve, deveria ser respeitada e continuada dia a dia. Em nome do “progresso”, porém, desvirtuam o traçado da cidade, destroem praças, permitem a construção de enormes edifícios sem pensar nas conseqüências que causam ao trânsito e ao saneamento público. Modificaram, para pior, as ruas e calçadas. As dos bairros antigos são mais humanas do que as dos setores mais novos, como o Setor Bueno congestionado pela alta densidade construtiva. Goiânia cresceu sem o olhar cauteloso para o seu desenho urbanístico original.
Não é correto utilizar o dinheiro público sem um planejamento adequado e sem uma aprovação democrática. Para se construir um Memorial, ou seja um espaço cultural dessa importância, é necessário qualificar esta ação consultando especialistas da área, tais como: museológos, arqueólogos, historiadores, arquivistas, biblioteconomistas, antropólogos, e, também, um arquiteto urbanista capaz de integrar o que será construído ao conjunto de edifícios que ainda resta em sua querida Praça Pedro Ludovico. Um Memorial deve ser útil à comunidade, não apenas um local a mais para abrigar livros, documentos, fotografias para que fiquem empoeirados em estantes...
A Praça pede socorro, está abandonada, sim, suas fontes de água estão destruídas, seus jardins desfigurados, é claro que assim não ficará (está assim por herança), voltará a ser um jardim bem cuidado, é preciso um tempinho, para ser restaurada.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Promotor recomenda que, em 10 dias, obra em homenagem a Pedro Ludovico seja transferida para área central da Praça Cívica

Saiu no Diário da Manhã

Promotor de Justiça da 50º Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, Umberto Machado recomendou à Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel), na tarde de ontem, que o monumento “Resgate à Memória” em homenagem a Pedro Ludovico seja instalado no centro da Praça Cívica de Goiânia, no Setor Central, no prazo de 10 dias úteis. A obra seria inaugurada ontem, na Avenida 85 com a Rua 82, no Setor Central, em frente ao Instituto Histórico de Goiás e ao lado do Palácio das Esmeraldas, mas a solenidade foi cancelada devido ao impasse sobre a localização da estátua.
Autor de uma lei municipal que determina a instalação da estátua em local de destaque na Praça Cívica e da representação junto ao Ministério Público, o vereador Rusembergue Barbosa, que também move ação contra a Agepel no Juizado Especial da Fazenda Pública, diz que espera que o impasse seja resolvido com a determinação do MP.
A família de Pedro Ludovico Teixeira também considera o local inadequado. O neto dele, Pedro Ludovico Neto, diz acreditar que o ideal seria que o Estado cumprisse o projeto inicial de construir um memorial em homenagem aos pioneiros de Goiânia e instalasse a estátua na frente do memorial. “Caso isso não seja possível, a estátua precisa ser instalada, pelo menos, na área central da Praça Cívica”, ressalta.
O cancelamento da inauguração representa ainda uma vitória do DM. O jornal já publicou artigos de colaboradores que se manifestam contrários ao local escolhido para a homenagem, opinão também manifestada em cartas enviadas por leitores. Reportagens relataram o impasse e o adiamento da inauguração aconteceu, inclusive, no mesmo dia da publicação do artigo “Os que a História vai jogar fora”, do jornalista Batista Custódio, editor-geral do DM. No texto, Batista expõe as idas e vindas do monumento e o desrespeito com a memória de Pedro Ludovico.

Decisão
Na decisão, o promotor considera que a Agepel não pode instalar a estátua sem a autorização da família de Pedro Ludovico Teixeira, que a inauguração da obra no local escolhido pela Agepel caracteriza violação ao direito de propriedade material e que o local escolhido para a instalação afronta a legislação. De acordo com o promotor, a recomendação visa “evitar danos à memória histórica do fundador e estadista Pedro Ludovico Teixeira e atender ao interesse público na preservação do patrimônio histórico goiano”.
De acordo com a diretora de patrimônio Histórico e Artístico da Agepel, Tânia Mendonça, o órgão procurou escolher o melhor lugar para instalar a estátua, uma vez que “havia um compromisso da gestão atual de entregar a obra”.

Inicialmente, a Agepel iria instalar a estátua no morro do Serrinha, mas estudos técnicos demostraram que o local era inapropriado. O escritor goiano Bariani Ortêncio, que foi coautor da homenagem a Pedro Ludovico, diz acreditar que a Agepel escolheu o melhor lugar para instalar a estátua. “Tentaram de tudo, os outros locais já tinham monumentos tombados ou esbarravam na burocracia.” Segundo ele, para a escolha do local, a Agepel ainda se preocupou em ter o aval do Insituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A reportagem do DM ligou no celular da presidente da Agepel diversas vezes na tarde de ontem, mas ela não atendeu o telefone.
Obra da artista plástica goiana Neusa Moraes, a estátua é esculpida em gesso, revestida de bronze, pesa 2,5 toneladas. A obra pertence ao município há mais de 20 anos, mas somente no mês passado ela foi trazida pela Agepel da cidade de Piracicaba, interior paulista, para onde a artista havia levado a estátua. A superintendente estadual do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Salma Saddi, disse ontem que recebeu a proposta da localização da estátua em homenagem a Pedro Ludovico pela Agepel e após a avaliação dos técnicos, a proposta foi aprovada. “A preocupação do Iphan foi com a localização do monumento, pois encontra-se no entorno de um bem tombado pelo instituto. Depois de um parecer positivo, o processo foi devolvido para a Agepel e em seguida, dado início a obra do pedestal”, diz. Salma Saddi esclarece que o local não foi escolhido pelo Iphan, mas foi analisado e visitado pelo instituto. A superintendente explica ainda que toda e qualquer obra de intervenção nas áreas tombadas ou no entorno são submetidas à análise e parecer do Iphan. “Da mesma forma como deve-se proceder quando a obra é tombada pela Agepel ou pela Prefeitura de Goiânia”, afirma.
O membro da Academia Goiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Ubirajara Galli, discorda da localização da estátua e diz que o local apropriado seria, onde hoje funciona a Secretaria Municipal de Finanças, localizada no Setor Central, na Praça Cívica. “Todos teriam a visibilidade da história dele, pois o local é próximo ao Palácio, que ele mesmo construiu e está em frente à praça que leva o nome dele”, afirma. Ele disse ainda que sempre teve a mesma opinião. “Pedro Ludovico merece dignidade existencial, pois é o símbolo mais importante da história de Goiás, politicamente falando.”

Revitalização de museu será inaugurada dia 25

Localizado na Rua Dona Gercina Borges, no Setor Central, o Museu Pedro Ludovico Teixeira foi revitalizado e será inaugurado no próximo dia 25, de acordo com a diretora de Patrimônio Histórico e Artítisco da Agepel, Tânia Mendonça. Nesta data, segundo a diretora, será inaugurado ainda o Museu Ferroviário de Pires do Rio, que também foi revitalizado.
O prédio que abriga o Museu Pedro Ludovico Teixeira, incluindo a pintura e o telhado foram restaurados, assim como obras de exposição permanente que precisavam de restauração. A parte de comunicação do museu também foi revitalizada, ganhando novos painéis informativos e folders a serem distribuídos aos visitantes. Comunicação que, de acordo com a diretora, se baseia em uma pesquisa sobre a vida do fundador de Goiânia e da esposa dele, Gercina Borges, que moraram no local. “Tudo foi mantido como no projeto original de 1978, quando o museu foi criado”, ressalta Tânia Mendonça.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

De onde vem o rincho?

Luiz de Aquino,

Membro da Academia Goiana de Letras.

Se o meu amigo Sinésio Dioliveira tivesse realmente lido o DM OnLine durante suas ferias em Boston todos os dias, como disse, não se referiria tão-somente ao excelente artigo do também amigo João Neder, também amigo. Evidentemente, ele não leu... Ou teria visto muitos outros artigos de igual peso e importância, entre eles os da minha lavra, solenemente ignorados pelo poeta e professor Sinésio. Refiro-me ao seu artigo de hoje, “Risos e rinchos (e coices)”, publicado no “Opinião Pública”.

É provável que ele tenha se cansado do meu estilo. Ou dos meus argumentos. Mas poderia ter se interessado pelas informações que passei, e uma deles diz respeito, claramente, à vontade expressada pela família Ludovico, que quer a estátua no seio da Praça Cívica Dr. Pedro Ludovico Teixeira, e não nos ombros, olhando para a casa do “presidente” da Comissão Viúva Porcina (lembra? “A que era sem nunca ter sido”).

A ideia da estátua na Serrinha partiu de José Mendonça Teles ao propor a escultura e a homenagem, em 1991; em 2000, em carta a Mauro Borges Teixeira (ex-deputado, ex-senador, ex-governador e filho de Pedro, Sinésio, caso você não saiba), concordava com a localização na Praça Cívica, sugerindo a instalação no antigo Palácio das Campinas o Memorial Pedro Ludovico.

Atribuir à família a escolha da Serrinha é confessar que não sabia de nada. Gostaria muito de recebê-lo de carona nessa campanha, da qual me sinto um dos pioneiros, com o incontestável testemunho das publicações nestas páginas e no DMRevista. Mas, por favor, informe-se melhor. Ou corre o risco de nivelar-se com o vereador que, sem sequer saber o nome todo do homenageado (eu sei), posa de autor de providências já existentes.

De resto, é aguardar que o Governo de Goiás seja reativado e a Agência de Cultura Pedro Ludovico recupere-se dos estragos cometidos nos últimos anos, voltando a respeitar o povo de Goiás e a personalidade que lhe empresta o nome.

Se tudo o que escrevi não lhe serve de base de informação, aqui vai trecho de carta que recebi de pessoa da família de Pedro:

“… disseram que a família não se manifestou, mas o DM mesmo publicou a carta da família e citou o abaixo-assinado (promovido pela nora de Mauro Borges, Maria Dulce, exigindo a estátua no coração da Praça Cívica). Como dizer que a família não lutou? Lutou sozinha para tirar da Serrinha a estátua. Depois, sozinha, contestou o local definido pela “comissão”, a Rua 82. No dia seguinte, escrevemos “Colocando os pingos nos is”, dizendo que a família não concordava com o local”. A família percebeu “A resistência deste governo e partiu para garantir que a estátua fosse para a Praça de Pedro. Enviei (continua o missivista) e-mail ao candidato Marconi Perillo pedindo ajuda. Ele,em campanha e muito ocupado, pediu que aguardasse o término da campanha. Imediatamente após a confirmação de sua vitória, no Dia de Finados, na visita ao túmulo de Pedro Ludovico, a família perguntou se podia contra com a ajuda dele para colocar Pedro em sua Praça. Em frente aos repórteres ele garantiu à família que mudaria a estátua para a praça,nesse momento a família ficou tranquila, uniu-se a quem sempre prestigiou Mauro Borges e Família; ali acabava a ansiedade, havia um compromisso real e como desejava, Pedro iria para a sua Praça assim que Marconi assumisse. Pronto!

Finalizando: Essa luta começou quando a família percebeu que estavam “cassando” Pedro de sua História, colocando-o lá no Serrinha.

E de resto, voltemos ao tema apenas quando se fizer necessário, ou seja, quando o novo governo assumir e as providências se fizerem necessárias, com nova postura e nova linguagem. Essa gente que causou todo esse alvoroço não merece mais espaço.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

MEU EGO TAMBÉM ESTÁ FELIZ!

Em 22 de novembro de 2010
Caro Luiz de Aquino,
Meu ego, também, está feliz!
A admiração pela a história de Goiás faz com que, como sentinela a postos, vigie, constantemente, as diversas publicações de poeta ou não poeta, de escritores badalados ou não, enfim, de pessoas sensíveis que amam a sua terra e habilmente transformam seu conhecimento em pequenas histórias que vão ilustrando o dia a dia do goiano.
A sensação varia… nostalgia, felicidade, alegria, tristeza, preocupação, angústia ou saudade só...
Nas últimas semanas, ainda temendo pelo destino da nossa história, aconteceu o que mais esperávamos desde que percebemos a "pretensão" de querer mudar a história de Goiânia cassando Pedro Ludovico de sua Praça. Felizmente, para todos os goianos e, especialmente para a família de Pedro, pensamos que ficou definido que ali na Rua 82 não é seu lugar.
Agradecemos a Deus que intercedeu sabiamente nas mentes de tantos que escreveram mostrando que não se pode negligenciar a história, pediram respeito à memória e assim seja! Amém!
Agradecer a todos, cada palavra, cada frase, cada texto. A sensação foi muito boa.
Agradecer a você, amigo da família, mas nem foi nessa condição que você lutou, lutou pelo correto, pela preservação da verdadeira história de Goiânia, sem cantinhos na Praça, mas alargando as mentes de quem se mantem agarrado em pequenas picuinhas.
Não é função da família determinar ações ao Governo, mas, cabe à família zelar por seu nome e de seus expoentes, quando percebe que estão agindo equivocadamente. Assim foi feito e sempre será, por zelo, por amor à verdade.
Por tudo, agradecemos a cada um, embora, o agradecimento maior será da história depois que Pedro estiver em sua Praça. A Praça Pedro Ludovico Teixeira será recuperada, revitalizada, restaurada e a cidade de Goiânia agradecerá.
Atentos acompanhamos cada dia, não escrevemos mais, não era necessário havia muita manifestação.
Agora aguardamos...